sábado, 28 de agosto de 2010

Exclusivo: Contratações do Palmeiras!


Bomba! Bomba! O blog De Gioino a Bizu tem a honra de anunciar com exclusividade todas as contratações do Palmeiras...em 1989...hehehe

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(Texto retirado da edição 971 da revista Placar de 20 de janeiro de 1989)

Saudades do Bocejo
Quando o Palmeiras conquistou seu 18. Campeonatro Paulista, em 1976, sua torcida praticamente bocejou- estava cansada de tantas vitórias. Passados doze anos sem títulos, entretanto, a situação é completamente diferente. Mas a esperança dos torcedores renasce neste início de ano com grandes mudanças no clube e no time.

Eleito para um mandato de dois anos, o novo presidente Carlos Facchina, prometeu dar prioridade ao futebol. Márcio Papa é o vice-presidente, encerregado de melhorar o astral do clube. Émerson Leão, goleiro em muitos dos momentos de glória palmeirense, foi contratado por dois anos (um fato raro no Parque Antártica) e terá liberdade para trabalhar também com as categorias inferiores.

O Palmeiras foi o time que mais se reforçou até aqui para disputar o inovado Campeonato Paulista. Buscou em Campinas o meia Neto e o atacante Careca, em troca do ponta-direita Tato e de 300 milhões de cruzados. Para a lateral-direita, contratou Aberlardo, do Americano, por 32 milhões de cruzados. A ponta-direita foi reforçada com Buião, do Marília, que custou 35 milhões de cruzados, mais os passes do zagueiro Nicola e do lateral Mário Valdo. É uma tentativa de voltar aos bons tempos do bocejo.

Enquete: O que você sente ao ver a foto desse post:
(A)- Orgulho, um dos maiores jogadores do futebol mundial jogou com nossa camisa;
(B)- Indiferença, esse cara não representa nada para mim;
(C)- Aff... para que lembrar que ele passou por aqui, pô, é brincadera!!!!!!;
(D)- Uma mistura de asco, tristeza, ódio, indignação e revolta;
(E)- Outro:


*Obs: Imagem scaneada do poster que a Placar sempre colocava em sua última página da revista naquele tempo.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Uma pausa na ruindade

Parmera x Curintia
Pacaembu, década de 1960.
Dá para ter nostalgia de algo que nunca se viveu?
* Quem clicar na imagem poderá vê-la em tamanho ampliado. Vale a pena!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Janeiro de 1999: Jackson chega ao Palmeiras para ocupar a vaga de Alex

Em janeiro de 1999 o Palmeiras apresentava suas armas na tentativa da conquista da Taça Libertadores da América. Os reforços que me lembro de cabeça foram: Evair, César Sampaio, Rivarola e o principal: Jackson.
Não vieram muitos reforços. As contratatações foram pontuais. A base do Palmeiras era o time de 1998: Veloso, Arce, Cléber, Roque Júnior ou Júnior Baiano, Júnior, Galeano, Rogério, Alex, Zinho, Paulo Nunes, Oséias e outros. Os poucos que vieram em 1999 eram para deixar o time ainda melhor para o tão esperado título.
Contratado pela Parmalat por 3,5 milhões de dólares (ou reais, não me lembro) ainda no meio do Brasileiro-98, o Jackson era o grande destaque de um Sport Recife que fez boa campanha naquele ano (chegou aos play-offs finais do Brasileiro e também ganhou do Palmeiras no Palestra Itália).
Podem me corrigir se eu estiver errado, mas o Jackson chegou ao Palmeiras para ocupar a vaga de títular no lugar do até então irregular Alex (capaz de ótimos jogos e partidas discretas em 1997 e 1998).
Acho que a contratação do Jackson foi boa pelo menos para "acordar" o Alex e fazê-lo assumir a responsabilidade em momentos decisivos. Considero a segunda partida contra o Vasco nas oitavas finais da Libertadores, como o momento que o Alex provou ser decisivo e fundamental para nós (um gol e uma assistência).
De bom do Jackson guardo dois gols que ele marcou em uma partida contra o Fluminense no Rio-São Paulo 99. O jogo foi 2x1 para o alviverde em um sábado a tarde que chovia canivetes (alguém ainda usa essa expressão??) no Palestra. Não me lembro de outros grandes partidas dele com a nossa camisa. Achava o Jackson muito afobado, mas ao menos foi campeão da Libertadores e deu sua parcela de contribuição acordando o Alex...hehehe
PS: Não achei nenhuma foto do Jackson com a camisa do Palmeiras. Então vai uma do Alex mesmo.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Da Série: "Negócios com esse clube? É melhor evitar!" - Paraná Clube

Existem alguns jogadores de alguns clubes que, infelizmente, não são "negócios da China" para nós. O cara até que vai bem no adversário, mas quando veste o manto alviverde o condenado não consegue acertar um passe de 5 metros. Por isso é importante pensar duas ou mais vezes antes de contratar um perneta deste time.
Dos clubes que contribuiram com zicas para nós, o destaque deste post é o Paraná Clube. Apenas dois jogadores vindos deste clube deram certo (pelo que me lembro): Pierre e Gustavo.
Enquanto os outros clubes do Paraná contribuiram com Oséias, Danilo (Atlético- PR) e Alex (Coritiba- o Pipokeirrison conta?), do Paraná Clube veio cada chumbo que deu raiva.
Segue a lista de "bombas" paranistas que deram suas caneladas no Palestra:
-Saulo: esse é das antigas...hehehe. Contratado em 1993, o atacante era e sempre foi artilheiro e rei no Paraná. Porém com Evair, Edilson e Edmundo, a concorrência é desleal. Ao menos foi campeão brasileiro daquele ano.
- Marcel e Cristian: primeira partida do campeonato paulista de 2005: Inter de Limeira 3x5 Palmeiras. Dois gols e uma assistência do Marcel. Partidaça! Estevan Soares compara o Marcel com o Leivinha.
O tempo passou, a realidade chegou e estranhamente o Leivinha ainda não processou o Estevan por essa comparação. Quanto ao Cristian, na minha opinião, era um jogador que tinha habilidade mas sem nenhuma objetividade.
- Pacote 2007: Quando o Caio Júnior deixou o Paraná Clube e acertou com o Palmeiras no fim de 2006, achei que havia sido um tiro certeiro da nossa diretoria de futebol. O treinador havia classificado o limitado clube paranaense para a Libertadores da América e era uma aposta na tal nova geração que poderia dar certo.
Até achei que ele teve uma boa passagem pelo clube, porém sempre na hora da decisão o time fraquejava (destaco a eliminação para o Ipatinga na Copa do Brasil e derrota para o Atlétigo-MG na última rodada do Brasileirão que nos tirou da Libertadores).
Junto com o técnico, chegou um pacotão de jogadores do Paraná: Pierre, Edmilson (canhão do Pantanal), Gustavo, Cristiano. O Gustavo e o Pierre até que deram certo por aqui, mas o zagueiro Edmilson e o Cristiano...Mama Mia!!!
- Jumar: Eu tenho medo do Jumar!
Próximo clube da série "Negócios com esse clube? É melhor evitar!": Juventude (aceito sugestões de outros clubes)
* Foto extraída do site Gazeta Esportiva

segunda-feira, 26 de julho de 2010

¡¡¡¡¡¡Gracias Chile!!!!!

O Mago voltou!!! O Mago voltou!!! Chi-le, Chi-le, Chi-chi-chi-le-le-le Viva Chi-le!!!! Essa terra maravilhosa que nos deu Valdívia (apesar de ter nascido na Venezuela) e...Mário Soto!!
Como todos os sites, blogs, twiters e fóruns do Palmeiras no mundo inteiro vão destacar a volta do Valdivia ao alviverde, vou no sentido contrário e destaco o chileno menos famoso que vestiu o manto no longíquo ano de 1977.

Mais conhecido pela "classe" mostrada na final da Libertadores de 1981 pelo Cobreloa contra o Flamengo, Mário Soto jogou 28 partidas pelo Palmeiras no maldito ano que roubaram a Ponte Preta. Talvez fosse o prenúncio do que nos esperava nos anos seguintes.
Primeiro jogador dos anos 70 retratado aqui no blog, não posso dizer nada a respeito do Mário Soto, pois nem tinha nascido na época. Mas tudo indica que era um caneleiro (e muito violento) que algum olheiro cego do Palmeiras indicou achando que tinha descoberto o novo Figueroa no país andino.
Passaram-se 29 anos até que o Valdívia (contratado em 2006) pudesse mudar nossa impressão negativa a respeito dos futebolistas chilenos. Valeu a pena!!!!!! Graças ao mago, hoje em dia agradeço até ao Mário Soto ter dado as suas botinadas aqui. E que venham mais chilenos!!!!
*Foto extraída do site do Milton Neves: Time-base: Em pé; Rosemiro, Mário Soto, Bernardino(Quem foi esse cara???), Pires, Arouca (Quem foi esse cara???- Parte 2) e Ricardo Longhi (Quem foi esse cara???- Parte 3); Agachados: Edu Bala, Jorge Mendenço,Toninho, Ademir da Guia (Quem foi esse cara???- Parte 4...hehehe) e Nei.

domingo, 18 de julho de 2010

Voltar a ser o que é, no lugar que é dele



Após um longo inverno, volto a escrever neste blog que já perdeu todos os raríssimos leitores.

Para marcar o retorno glorioso, mundial e histórico do "De Gioino a Bizu", usurpei um texto do Mauro Beting publicado em especial da revista Placar em 2003 sobre a volta do clube a primeira divisão.

Nessa publicação, o jornalista escreveu um texto sobre cada partida do Palmeiras na Série B. O texto abaixo é sobre o jogo contra o São Raimundo, o quarto do clube no campeonato, logo após um começo trágico (empates com Brasiliense e América-RN e derrota para o Naútico) e a eliminação dos gambás da Libertadores daquele ano para o River Plate.

Tristes tempos, mas após a contratação do Felipão, Kléber e talvez Valdívia, é sempre melhor lembrar que dias melhores virão!!!hehehe...


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O Primeiro jogador dos 12 (Por Mauro Beting/ Especial Placar 2003)

Os Rolling Stones lançam um CD de pagode- e ruim. Fazem shows caríssimos de 13 minutos e desafinados. Lançam um DVD de má qualidade que danifica os aparelhos. No ano seguinte, lançam um unplugged com os piores momentos do CD de pagode, e ainda pedem para a Mariah Carey e o Lacraia regravarem todos os sucessos deles.

Resultado: shows hiperlotados, vendas de CDs duplicados, fãs com as camisas da banda pelas rua, Luciana Gimnez cotada para a Academia Brasileira de Letras.

Absurdo? No pop, no cinema, na mídia, na vida, claro que é. No futebol, pergunte ao palmeirense que levou quase 20 mil pessoas por jogo na Série B. Não existe nada comparável à solidariedade do torcedor de futebol. O que o palmeirense fez pelo time, talvez nem as inesquecíveis Academias dos anos 60/70, ou a Via Láctea montada pela Parmalat, merecesem tata festa, tanto amor, tanto apoio.

"A paixão é apaixonante", arrepiou-se Orestes Friugiele, filho de um ex-presidente do clube. O time se encantou pela torcida, e começou a jogar por ela. O primeiro grande resultado veio com o primeiro grande público no Parque Antárctica. O Palmeiras passou como quis pelo São Raimundo, com três gols de Diego Souza, num esquema tático 3-5-2-14445.

Os 14 445 palmeirenses fizeram de tudo. Antes do jogo, um protesto pacífico pela situação do clube e do time- e que situação tem o clube no poder, que sufoca e impede qualquer oposição. O palmeirense vestiu a camisa e jogou melhor que o time. Sacou que ou jogava por ele, ou seria jogado às trevas. Aquele torcedor passional e crítico ao extremo teve que mudar o tom, mais pálido, como o verde da nova camisa. No Palmeiras, a princípio, todo craque é um perna-de-pau. Todo Ademir da Guia é um Darinta, até gols e troféus em contrário.

Sempre foi assim. Sempre será. Menos em 2003. A partir da vitória contra o São Raimundo, o palmeirense mudou para fazer aquele Palmeiras mudar. Melhor: voltar a ser o que é, no lugar que é dele.


Pameiras 4x0 São Raimundo

J: Wágner Rosa; P:14445; G: Diego Souza 46 do 1. tempo; Daniel 22, Diego Souza 37 e 40 do 2. tempo

Palmeiras; Marcos, Alessandro, Daniel, Leonardo e Marquinhos; Alceu, Marcinho, Diego Souza e Anselmo (Élson); Vágner Love (Adãozinho) e Thiago Gentil (Muñoz). T: Jair Picerni

São Raimundo: Flávio, Guará, Ronaldo, Marconato, Rogério e Tita; Isaac, Trindade (Delmo), Neto (Ricardo) e Vlademir, Doriva e Garanha (Reginaldo). T: Aderbal Lana

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Palmeiras 1992- Quando éramos (ou seríamos) Reis

Admito que roubei descaradamente essa foto do site Palestrinos (http://palestrinos.sites.uol.com.br/). Peço desculpas ao dono do site, mas essa foto é sensacional. (Acho que) Trata-se do primeiro elenco do Palmeiras após a parceria com a Parmalat em 1992. Quem clicar na foto poderá vê-la em tamanho maior.
Como o foco do blog é tratar de casos "alternativos", vamos nos concentrar nos participantes da foto que devem odiar a Parmalat após perderem qualquer chance de espaço no Palmeiras:
Willian: Alguém sabe quem é?
Márcio: O atacante de 50 jogos e 3 gols com a camisa do Palmeiras. Já foi retratado no blog;
Biro: lateral-esquerdo, acho que sempre foi reserva no clube;
Betinho: Um dos meus ídolos em 1991, mas era limitado;
Carlos: goleiro pé-quente, deve ter sido afastado por motivos digamos "supersticiosos"...hehehe;
Nelsinho Baptista: Sai assombração!!!!
Alexandre Rosa: outro jogador já homenageado aqui;
Amaral: Alguém sabe quem é?
Paulo Sérgio: atacante, até me lembro de alguns jogos dele com a camisa do Palmeiras (especialmente no Rio- São Paulo de 1993 logo após o título paulista, em que metade do time estava na seleção);
Daniel: Não é craque, mas merece menção honrosa. Teve uma participação muito importante no título paulista de 1993 (inclusive na final)! Depois de sair do Palmeiras só me lembro de uma passagem dele pelo Atlético-MG;
Marques: lateral-direito, já retratado no blog (tinha colocado erroneamente que ele era atacante);
Edu Marangon: eu gostava do boy da Mooca, mas não me lembro de nenhuma grande partida dele com a camisa do Palmeiras;
Cade o Evair na foto? Ele estava machucado? Já estava afastado? Na minha opinião, tirando o Evair, o único jogador digno de destaque desse elenco é o Cesar Sampaio (e o Marcos no futuro).
Obrigado e perdão pelo meu pequeno "furto" ao site Palestrinos!
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Uma consideração: acabei de ler o livro "Coadjuvantes" do palmeirense Gustavo Piqueira. O livro é uma história sensacional sobre seus momentos apaixonados de torcedor com enfoque no período de 1976 a 1993 (em que tantos patetas vestiram o manto alviverde).
Vale muito a pena ler esse livro. São muitas histórias engraçadas de jogadores alviverdes que erravam passes de 2 metros.
O foco do livro é parecido com o deste blog, mas infelizmente o livro foi lançado em 2006 muito antes do blog, então não posso processá-lo por plágio...
Como o pobre Gustavo sofreu tanto com aquele período "mágico" da década de 80 (e deve estar sofrendo nos dias atuais), vou dar uma força a ele...hehehe: Quem quiser pode comprar o livro no site Submarino: http://www.submarino.com.br/produto/1/1798646/?franq=102414&utm_source=buscape&utm_medium=cpc&utm_campaign=bp
PS: Não recebi nenhuma contribuição financeira pela indicação, mas ainda está em tempo de mudar essa situação...hehehe

domingo, 28 de março de 2010

Cláudio- Zagueiro 1996

1996! Ah...primeiro semestre de 1996! Bons tempos! Tempos de espetáculos verdes de primeira qualidade. Tempos de Veloso, Cafu, Clébão, Júnior, Flávio Conceição, Djalminha, Rivaldo, Muller, Luisão e... Cláudio.
Todos que viveram aquela maravilhosa época devem se lembrar do quarteto MullerDjalminhaRivaldoLuisão, mas também tinhamos dois zagueiros que jogaram bem (ou pelo menos não comprometeram) naquela equipe: Cláudio e Sandro Blum.
Confesso que não me lembro se era o Cláudio ou o Sandro que dividiu a zaga com o Cléber. Acredito que o Sandro era titular e o Cláudio era um reserva que entrava bastante naquela seleção.
Destaco nesse post o Cláudio, zagueiro que veio do Flamengo, por um gol muito importante dele com a nossa camisa:
Semifinal da Copa do Brasil de 1996. Jogo de Volta (Ida: Palmeiras 3x1 Grêmio). Sexta-feira a noite. Transmissão do SBT. Estádio Olímpico. Grêmio 2x1. Início do segundo tempo: Cláudio chuta uma falta forte, a bola desvia e entra. Um gol de falta essencial para a classificação!Depois o Grêmio vira com dois gols de Jardel e a partir daí foi sufoco até o fim (com bola na trave do Paulo Nunes e teve até um gol anulado do Jardel). Sufoco mesmo! Muitas rezas! Algumas promessas! Quase desespero! Quase infarto! Quase morte! Mas graças a Deus a classificação era nossa (infelizmente o título não foi).
Quem quiser lembrar a história dessas duas partidas, entre nesse sensacional vídeo do You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=88q-d_pxm3g (um vídeo lindo, emocionante, com todos os detalhes dos 2 jogos, que nos faz lembrar porque somos palmeirenses apesar dos dias atuais tenebrosos !!!)
Por isso fica o agradecimento ao Cláudio por esse importante momento e, apesar de ser um jogador limitado ele sempre jogou com muita seriedade com nossa camisa. Alguém sabe onde mais o Cláudio jogou após passar pelo Palmeiras?

quinta-feira, 18 de março de 2010

Top 10- Maldade da torcida


Segue abaixo uma lista de apelidos "carinhosos" dados pela torcida do Palmeiras a jogadores que acabamos (ou tentamos acabar) com a carreira do pobre coitado. Alguns talvez nem tenham sido dados pela nossa torcida, mas com certeza já foram gritados nas arquibancadas duras do Palestra.
1- Bizu-nho: Acredito que o jogador no Palmeiras tem 18 minutos de tolerância para mostra que pode vestir o manto. Não sei quem, quando e porquê foi dado esse apelido ao Bizu, mas ele é de uma maldade total...hehehe. Fica ao menos uma foto do Bizu em um momento ídolo do Palmeiras (gol dele na vitória de 1x0 contra o Botafogo pela Copa União de 1987).
2- Podrinho: todo mundo gostava do Pedrinho, bom jogador, bom moço, bem articulado, mas depois da 5 ou 6 contusão a paciência da torcida foi pro espaço. Penso que o Paulista de 2004 era o título que o Pedrinho deveria ter ganho como protagonista no Palmeiras.
3- Alexotan: Esse apelido muito palmeirense deve ter se arrependido de ter gritado no Palestra. Até 1999, o Alex alternava grandes partidas com partidas fracas. Não nos esqueçamos que o Jackson foi contratado em 1999 para ser o títular da equipe que iria disputar a Libertadores no lugar do Alex.
4- Diego "Bunda de Urso" Souza: não é o atual Diego Souza, mas sim o jogador que fez parte do trio de ataque com Vagner Love e Edmilson em 2003 e 2004. Foi só ele engordar um "pouqinho" que a torcida criou esse ácido e genial apelido.
5- Marcinho Delivery: inicialmente foi apelidado de Marcinho Guerreiro, mas só entregar alguns gols ao adversário que Marcinho também foi homenageado por nós.
6- Marcinho Porpeta: contratado por 2,5 milhões de dólares em 2005 do São Caetano, foi o tipo de contratação que todo palmeirense elogiou na época. Parecia um tiro certeiro! Em 2005 achei até que ele foi bem, em 2006 foi um ano para esquecer. Como também não estava na sua melhor forma física, foi bastante lembrado nas arquibancadas.
7- Celso Bu-Roth: Momento inesquecível para mim: Palmeiras x Santos. Torneio Rio-São Paulo de 2002. Segundo tempo. Palmeiras está vencendo por 2x1. O técnico do Santos Celso Roth faz uma alteração no time da Vila e a torcida palmeirense começa a gritar "Burro, burro, burro"...hehehehe. Rachei de rir. Esse sofreu com a nossa torcida.
8- André "Balada" : atacante reserva do Palmeiras em 2003, jogou pouco com a nossa camisa. Acredito que não foi a torcida palmeirense que deu esse apelido ao André, mas nunca um apelido foi tão apropriado a um jogador.
9- Mauro "Van Basten": jogador vindo da Ponte Preta que passou pelo Palmeiras em 1988. Também não sei quando e porquê deram esse apelido a ele. Grande jogador na Ponte, fracasso no Palmeiras, virou lenda. Enquanto alguns tiveram um Marco, nós tivemos um Mauro Van Basten. Quem souber o motivo desse apelido, por favor, explique no blog.
10- Marcelo Costa: meio-campista que deu suas caneladas entre 2006 a 2008 com nossa camisa. Por atuações digamos, abaixo da crítica, teve o C trocado pelo B no seu sobrenome em algumas partidas no Palestra.
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Apenas uma consideração: Neste sábado (20 de março), um tal jogador de nome Ademir da Guia estará em Araras participando de uma noite de autógrafos do livro sobre sua vida no Centro Cultural de Araras. Além da noite de autógrafos, ocorrerá um amistoso de futebol com veteranos do Palmeiras contra os veteranos do União São João no dia seguinte.
O valor do ingresso do jogo será R$7,00 (com renda revertida para SAPA - Sociedade Ambientalista Protetora dos Animais) e o livro será vendido a R$ 45,00.
Apesar desse tal de Adermir da Guia não ter a categoria de um Bizu ou a habilidade de um Gioino, vale a pena prestigiar o evento... Algum palmeirense sabe quem foi esse cara e se ele merece ser lembrado no blog??? hehehe... (zueira, não vão me xingar).

domingo, 7 de março de 2010

Bizu- É assim mesmo



Reportagem da revista Placar em 1987. Na época da publicação da revista o Palmeiras havia acabado de vencer o Botafogo pela Copa União (com um gol do Bizu!!!) e iria enfrentar o líder Atlético Mineiro (de Telê Santana) precisando vencer e ainda torcer por uma derrota do Flamengo contra o lanterna Santa Cruz. Previsivelmente não nos classificamos para a próxima fase.
A reportagem fala da tentativa fracassada de um diretor do Palmeiras de rebatizar o Bizu com o nome de Cláudio. A pressão da torcida com o pobre Bizu devia estar grande na época.

Embaixo da matéria há uma propaganda bem anos 80 da Honda. Quem clicar na imagem poderá vê-la em tamanho maior.
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Bizu- É Assim Mesmo
O centrovante do Palmeiras rebatizado de Cláudio, prefere o seu apelido. A torcida apóia.
O misterioso Cláudio, que aparece na escalação oficial do Palmeiras com a camisa 9, promove dúvidas e desinformação à porta do vestiário. "Quem é esse Cláudio, tche?", perguntava um repórter gaúcho antes da vitória contra o Grêmio por 2x1, quarta-feira passada no Pacaembu. "É Bizu", corrigia um paulista, riscando o nome sinistro da papeleta.
"Cláudio atrai mais sorte e confiança", justifica o diretor de futebol do clube, Januário D´Alésio. "Bizu fica melhor", reconhece o centrovante que veio do Caxias, do Rio Grande do Sul, por 3 milhões de cruzados. E a torcida concorda com ele.
Alguns apelidos não cheiram bem. É o caso de Titica, centroavente do São Bento nos anos 70. Ao assumir o comando do time em 1976, o técnico Filpo Núñez aboliu a vulgaridade. "Daqui para a frente você será Ademir". Inútil. A torcida gostava mesmo de Titica. Assim como Cláudio Tavares Gonçalves, 27 anos, ex-menino pobre da Baixada Santista, será sempre Bizu.
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Após a reportagem pensei em 3 coisas:
- Quanto será que valia 3 milhões de cruzados na época;
- Achava que o Bizu tinha vindo do Naútico para o Palmeiras, mas ele veio do Caxias do Rio Grande do Sul;
- Talvez o pobre Bizu não tivesse sido tão horrível quanto outros pernetas no Palmeiras, mas seu apelido meio folclórico ficou marcado negativamente no Palmeiras. Como diz a reportagem, Bizu será sempre Bizu!